Apresentação - Marcos Almeida (São Paulo / Brasil)

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Moderador: Armando Moreira

Apresentação - Marcos Almeida (São Paulo / Brasil)

Mensagempor Marcos Almeida » domingo, 17/dez/2017, 02:01

Olá amigos, meu nome é Marcos, moro no Brasil e sou apaixonado pelos psitacídeos. Tenho 3 casais, sendo: 1 casal de Amazona aestiva, 1 casal de Pionus maximiliani e 1 casal de Marianinhas, sendo o macho de cabeça preta (Pionites melanocephalus) e a fêmea de cabeça amarela (Pionites leucogaster). Se eu pudesse teria mais, mas o barulho já é grande, o que me faz adiar a aquisição de psitacídeos maiores (Araras e Cacatuas).
É um prazer trocar informações e compartilhar experiências com pessoas que têm a mesma paixão.
Abraços a todos!
Marcos
Marcos Almeida
 
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Re: Apresentação - Marcos - Brasil/São Paulo

Mensagempor borllock » segunda, 18/dez/2017, 09:19

Muito bem-vindo Marcos Almeida. :wink:
Cumprimentos,
José Jesus

Porto - Penafiel

Visitem: https://placeofbirds.wordpress.com/
borllock
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Re: Apresentação - Marcos - Brasil/São Paulo

Mensagempor ruben10PT » segunda, 18/dez/2017, 21:15

Olá,

Antes demais bem vindo aqui ao forum :wink:

Agora queria colocar uma questão, embora não seja entendido de nenhuma das aves em questão, ao cruzar Pionites melanocephalu com Pionites leucogaster, isso vai dar híbridos certo? Qual o interesse em criar este tipo de aves(hibridas)?

Aqui em Portugal híbridos não têm valor nenhum, a menos que sejam de aves canoras o que não é o caso, além disso pode existir o azar de serem férteis, e darem inicio ao processo de 'destruição' genética da espécie.. Atenção que também podem ser usados para 'bons fins genéticos', como por exemplo a introdução do vermelho nos canários, que foi conseguida através de híbridos férteis de cardinatilo da venezuela, mas em 99% dos caso isto não acontece.

Abraço
ruben10PT
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Re: Apresentação - Marcos - Brasil/São Paulo

Mensagempor Marcos Almeida » terça, 19/dez/2017, 17:13

ruben10PT Escreveu:Olá,

Antes demais bem vindo aqui ao forum :wink:

Agora queria colocar uma questão, embora não seja entendido de nenhuma das aves em questão, ao cruzar Pionites melanocephalu com Pionites leucogaster, isso vai dar híbridos certo? Qual o interesse em criar este tipo de aves(hibridas)?

Aqui em Portugal híbridos não têm valor nenhum, a menos que sejam de aves canoras o que não é o caso, além disso pode existir o azar de serem férteis, e darem inicio ao processo de 'destruição' genética da espécie.. Atenção que também podem ser usados para 'bons fins genéticos', como por exemplo a introdução do vermelho nos canários, que foi conseguida através de híbridos férteis de cardinatilo da venezuela, mas em 99% dos caso isto não acontece.

Abraço


Olá Rubens, obrigado pelas boas vindas!

No tocante a sua pergunta, concordo com você. Caso eu desejasse que elas cruzassem, jamais compraria um casal de espécies diferentes. Também sou contra os híbridos, ainda mais se tratando de aves silvestres.

O fato delas serem de espécies diferentes demonstra que a intenção não é a reprodução, tendo em vista que eu não sou criador. Minhas aves são Pets. Apesar delas formarem casais, não coloco ninho e nem proporciono o ambiente que seria recomendado para a reprodução. Aliás, quando se trata dessas espécies, não basta ter casais para que se consiga sucesso na reprodução, é necessário um manejo diferenciado que permita que as aves se sintam seguras e confortáveis para botarem os seus ovos. O ambiente doméstico, em contato direto com toda a rotina da família, é o oposto do que seria recomendado.

Aqui no Brasil, para reproduzir aves legalizadas silvestres você precisa ter uma licença de um Órgão Público específico. Portanto, a venda de filhotes legalizados se restringe aos criadores devidamente credenciados e autorizados. Logo, se um particular cruzar suas aves legalizadas, os filhotes não poderão ser comercializados.

Enfim, minhas aves são animais de companhia, inseridas no contexto familiar. Elas gostam de aprender truques e pronunciar algumas palavras. Como elas pertencem a uma família extremamente gregária (Psittacidae) optei por não deixá-las sozinhas no viveiro.

Abraço.
Marcos Almeida
 
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