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PaulojpFernandes
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8) Olá a todos,

Depois desta grande e muito boa intervenção do Bruno, pouco ou mesmo nada me resta acrescentar...gostaria apenas de realçar este seu ultimo paragrafo, pois parece deveras de uma atitude de muita sensatez...
Bruno Escreveu:Era interessante e pedagogico, futuramente, ver numa exposição exemplares de canarios selvagem, com as caracteristicas bem definidas e nao alteradas, e uma menção: "esta é a semente natural que serviu de base para a obtenção de todas as raças de canarios que conhecemos actualmente. Actualmente é permitida a sua criação em cativerio e estes exemplares foram criados pelo criador X...Esta espécie existem em estado selvagem nas regioes A, B ou C." Era isto que gostava que acontecesse...e que faz sentido...e nao lado a lado, como mais uma raça..só porque passará a ser permitida a sua criaçao em cativeiro.
Poderá não ser isto a vir a suceder, mas esta é a posição da qual eu concordo a 200% :wink:

Atenção Nuno, que nada disto é tentar desacreditar, ou desmolizar, ou pura e simplesmente dizer mal...antes pelo contrario...

Saudações
Paulo Jorge
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Armando Moreira
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Em que secção e classe

:D Ola a Todos!

Tenho uma dúvida considerando que o canários dos Açores não é fauna europeia.

Partindo da hipótese que o canário dos Açores (Serinus canária) tipo ancestral/classico é considerado domestico, em que secção e classe poderá ser inscrito nas exposições ornitológicas desportivas?

Como eu gostaria de ver e reconhecer essas belas aves nas nossas exposições...

Concordo, com o Paulo:
Atenção Nuno, que nada disto é tentar desacreditar, ou desmolizar, ou pura e simplesmente dizer mal...antes pelo contrario...
Penso que estamos aqui para trocar ideias...

Cordiais cumprimentos a todos, :)
Nuno Cymbron
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Meus caros,

Sem me alongar, por favor, não sejam tão condescendentes comigo, sou crescidinho e aguento opiniões contrárias.

A questão que puz, não é por mania minha, é por uam quatão geográfica, a europa politicamente vai até à Guiana Francesa, al lado da Venuzuela, passa pelas caraibas e pelso açorese madeira, pelo caminho.
Mas ao nível de faunas e flora, não se passa a mesma coisa, existe uma supra-região denominada macaronésia que engloba os açores, madeira canárias e cabo verde.

Por isso não me admira que os legisladores nã otenham, incluidos a fauna e flora na europeia, que tem muito mais afinidades com o continente euro-asiático do que com as regiões insulares atlanticas, ufa ...

É só por isso, mais nada.

Agora, não concordo que a oficialização de uma variedade de canários (o ancestral) os "empurre" paar uma classe de fauna europeia, ou exótica, só porque não foi seleccionada nem trabalhado por mão humana.

Genéticamente devem ser muito próximos de raças antigas como os lizard, porque não serem incluidas nas mesma classes?

Por exemplo, quando chegamos à natureza e establecemos um standard paar uma raça de bovinos autóctone da regiã odo Barroso, e lhe chamamos raça Barrosã, não é crime, nem pouco conservacionista da parte dos seus promotores, o mesm ose passa com os cãe de castro laboreiro, pois, não, ou mesmo com as ovelhas da serra da estrela.

Por isso, ao "registamos", um padrão (o natural) e os seus egfectivos integrarem programas de conservação e manutençaõ em "raça pura", não os estamos a enviar para zoológicos, usamo-los com as demais "raças" das mesma espécie, em produção, concurssos, ou mesmo em companhia.

Se ao nível internacional, pudermos apresentar uma raça autóctone, porque não fazê-lo, penso até que deveria ser motivo de orgulho, e neste caso teriamos a certeza que não haveria duplicação, não haveria divergências do padrão, e o reconhecimento seria quase automático.

Penso que poderemso continuar a evoluir sobre este tópico, se assim quizerem, da minah parte terei todo o prazer em ir dando as minhas opiniões, ouvindo todos, e aceitando ajustes ao projecto se forem pertinentes para a obtenção do nosso objectivo.

Obrigado

Cumprimentos

Nuno
Bruno cardoso
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Conheço essa denominação ( macronesia) e faz sentido a distinção, pela semelhança da sua fauna etc.. Mas isso não muda nada!
Não é fauna europeia..mas é fauna da macronésia..Inseri-los como uma raça de canarios, lado a lado com as raças domesticadas?? Mantenho a mesma opinião e estou certo que existem outras formas de conseguir a sua criação, divulgação e perservação..sem ter-mos que forçar e registar a raça como se de um "queijo" tipico, se tratasse.
Um Norwich não é selvagem dos açores.. eles já nem sequer acasalam., quanto mais nascerem crias. Uma espécie supostamente segundo a definição pode e deve dar descendentes ferteis.....
Meter os selvagens no mesmo saco das restantes raças domesticas, só poderá ter interesse enquanto manobra de marketing.
Há concerteza mais especies com interesse em preservar e repito..a luta deveria ser global e por ordem decrescente de interesses: 1º preservação, 2ºdivulgação.
Imaginemos que a população de P Murina..fica estável..que proliferam..que a actual lei muda etc e que podemos passar a criar esta espécie em cativeiro.. daqui a uns anos. A minha pergunta é..em que passará a diferir de criar os selvagens? Para criar os P Murina..vamos ter que os "baptizar" e simular que criamos uma raça??? A minha ideia de preservação e protecção é outra.

Cumpmts
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boavida
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Saudações Ornitologicas e boas criações para todos.

Nuno li atentamente o seu post mas não concordo tirar do meio ambiente para criar esses passarinhos e expor como fauna selvagem em exposições,uma ave que faz parte do Patrimonio Mundial, o bonito canário dos açores.

Então tambem se poderia criar o priolo como ave selvagem e expor em exposições. Boa sorte no seu projecto.

Comparar bois com aves é interessante :) mas proteger o seu meio ambiente seria de louvar por parte da associção a que pertence..penso eu de que . Penso que os Açores teria muito a ganhar se o preserva-se no seu meio ambiente do que em gaiolas .

Cumprimentos
Pedro Boavida
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PaulojpFernandes
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8) Olá Nuno,
Nuno Escreveu:Genéticamente devem ser muito próximos de raças antigas como os lizard, porque não serem incluidas nas mesma classes?
Porque mal ou bem já estão reconhecidos pela COM como exóticos africanos, até que aqui ao nosso lado na Espanha, país com uma legislação diferente da nossa no que respeita á fauna europeia, a par de muitas outras raças aqui proibidas, encontras também os canários dos azores (como eles lhes chamam) a concorrer como exóticos africanos.

Penso pois que o projecto deveria passar por uma situação de ver numa exposição exemplares de canarios selvagem, com as caracteristicas bem definidas e nao alteradas, e uma menção: "esta é a semente natural que serviu de base para a obtenção de todas as raças de canarios que conhecemos actualmente. Actualmente é permitida a sua criação em cativerio e estes exemplares foram criados pelo criador X...Esta espécie existem em estado selvagem nas regioes A, B ou C." Era isto que gostava que acontecesse...e que faz sentido...e nao lado a lado, como mais uma raça..só porque passará a ser permitida a sua criaçao em cativeiro.

Saudações
Paulo Jorge
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Nuno Cymbron
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Meus caros,

O que é que acham da raça "Raza Espanola"?

Um canário selvagem das canárias, trabalhado e standardizado, e lá vai mais uam raça, e do timbrado espanhol, mais uma vez canários ancestrais, cruzados com canários de canto, e trabalhados, e lá vão mais duas raças.

Nós queremos é que o nosso canários, não trabalhado, não cruzado, veja o seu lugar reconhecido no panorama internacional, como uma das linhas (senão a principal) da origem de todas as raças da canários existentes.

Uma espécie, com as sua várias variantes a que nós chamamos raças, é sempre fértil, apesar de já haver mutações, e hibridações reconhecidas.

Os canários filhos de selvagens/ancestrais, e fifes, glosters, opalas, satinés, vermelhos mosaicos, etc, são todos férteis, e não são hibridos, são canários.

Existem efectivamente várias espécies do Género Serinus, em África, até uma que tem o nome de canários, sem o ser, como o de Moçambique.

A idéia com que fico da principal linha de argumentação é que se estaria a propôr qualquer coisa como pegar num lobo e regista-lo como raça canina e expo-lo numa exposição canina, ok?

Mas por mais que se reconheça a ancestralidade do lobo em relação ao cão, tratam-se efectivamente de espécies diferentes do mesmo genero (Canis lupus e Canis familiaris) e que eu saiba, nos canários são todos Serinus canaria, não há aqui diferenças, para que queiram mandar o nosso anscestral, para o museu ou zoológico.

Ninguém falou em retira-los dos habitats naturais, extingui-lo e ficarmos com os representatntes de gaiola, não senhores.

A conservação na natureza é a prioridade, os efectivos reproduzidos em cativeiro, para repovoamentos, serão registados, e serão propostos como raça, para promover a sua divulgação e contribuir para a preservação da variedade original na narureza.

Eu penso que os criadores de Carduelis mantém variedades mutadas e a selvagem, não recambiaram essa para os zoológicos, nem para estatutos de conservacionismo, pois não?

O facto é que se trata de uma variedade de canários, não de outra coisa, e que está perfeitamente estabelecida, não tem proximidade com nenhuma raça de porte (pois não poderá ser outra coisa, na minha maneira de ver), e tem origem nos Açores, por isso é legitimo que os clubes dos Açores, tenham a iniciativa de solicitar o seu reconhecimento como raça, e penso que (sei que) seria de esperar toda a solidariedade de todos os clubes e instituições nacionais para subescreverem este nosso projecto, mas, mesmo que isso não aconteça, iremos continuar a desenvolve-lo e concluir com sucesso, pois estamos determinados e temos todos os apoios necessários para o conseguirmos a contento.

Mas bem hajam pelas achegas.

Cumprimentose boas criações

Nuno
Pedro121
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Nuno Cymbron Escreveu:
Os canários filhos de selvagens/ancestrais, e fifes, glosters, opalas, satinés, vermelhos mosaicos, etc, são todos férteis, e não são hibridos, são canários.
Bem, no meu ponto de vista os canários domésticos poderiam ser considerados seres transgénicos ( :twisted: :twisted: ) já que tem genes do cardinalito mas não só, obtidos através de hibridação, portanto as diferenças genéticas entre os domésticos e os selvagem podem ser algumas.
Pedro Ramalho
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boavida
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A conservação na natureza é a prioridade, os efectivos reproduzidos em cativeiro, para repovoamentos, serão registados, e serão propostos como raça, para promover a sua divulgação e contribuir para a preservação da variedade original na natureza.

Ninguém falou em retira-los dos habitats naturais, extingui-lo e ficarmos com os representatntes de gaiola, não senhores.

Nós queremos é que o nosso canários, não trabalhado, não cruzado, veja o seu lugar reconhecido no panorama internacional, como uma das linhas (senão a principal) da origem de todas as raças da canários existentes.

.... tem origem nos Açores, por isso é legitimo que os clubes dos Açores, tenham a iniciativa de solicitar o seu reconhecimento como raça, e penso que (sei que) seria de esperar toda a solidariedade de todos os clubes e instituições nacionais para subescreverem este nosso projecto, mas, mesmo que isso não aconteça, iremos continuar a desenvolve-lo e concluir com sucesso, pois estamos determinados e temos todos os apoios necessários para o conseguirmos a contento.

...queremos salvar o nosso canário, e fazer dele um simbolo para a nossa terra (onde é conhecido por canário da terra, uma designação que existe no Brasil, para um serinus diferente, diga-se de passagem que teve forte influência de gentes oriundas dos Açores em várias fases da sua colonização pela Coroa Portuguêsa.

Caro Nuno desculpe esta copia sobre este tema .
Mas como noviço que sou a cor do canário original é verde ?

No entanto não condeno o vosso trabalho mas quais são as vantagens de ter um canário selvagem certificado ?

A própria Historia do Homem e as aves não se esqueceu e nunca esquece a origem destas aves magnificas que proprocionou ao longo de 500 ou mais séculos as raças que temos no mundo. Sejam das canárias dos Açores da Madeira ou de Cabo verde ou do Hawai.

Reparo que algo foi feito e não pode ser aplicado como 2,90 mm das anilhas.
e muito mais que foi salientado aqui.
No entanto falta o estatuto de criador e a tão falada autorização para criar para preservar criar para proteger etc. no entanto uma raça que já é raça . :wink:
Nuno Cymbron
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http://farm1.static.flickr.com/200/4441 ... 2afb_m.jpg

http://curlygirl2.no.sapo.pt/canarioterra.jpg

Aqu vão uma fotos.

São basicamente negros amarelos, (na minha opinião com bastante dimorfismo sexual - um tipo de mosaicos), e alguma feomelanina, especialmente nas femas e jovens.
Patas e bicos bastante negros, emuito rústicos.

A sua "certificação" será um passaporte para a sua sustentabilidade na natureza, pois assim contribuisse para fornecer efectivos de criação aos criadores aprovados para osterem, e abastecer os serviços de repovoamento, bem como oscriadores interessados, sem desfalcar o habitat natrural, muitro pel ocontrário.

E não menos importante, o reconhecimento de uma raça nacional, não deveria ser moneprezado, pois tanto se apoiou o arlequim, e agora, que prevemos um processo relativamente simples, acham-se obstáculos, quem sabe morais, por queremos "patentear" uma coisa que foi a natureza que criou, mas o Cristovão Colombo "descobriu a Améria" não foi, mas realmente ela alguma vez esteve perdida?
Portugal fez o mesm ocom o Brasil, mas já lá não estavam os indigenas?

Porque não registarmos com nosso, termos a primasia sobre um património natural, e cultural que nos pertence?
A todos como português e europeus.

Quando os espanhois, para além do RAZA, do Timbrado quizerem registar o original/ancestral das canárias, aí vamos ter que os gramar, mais uma raça, e ficamos impedidos de o fazermos nós, com a nossa, pois aí sim seria duplicação.

Quem não tem, não tem culpa de não ter.
Mas quem não aproveita o que tem, é culpado, no minimo de desleixo.

O nosso grupo vai continuar com o projecto, até à sua aprovação final, quem o quizer acarinhar, acrescentar e melhorar, será benvindo, os demais, serão ouvidos, constestados, se houver lugar e motivo para tal, e se outros houver, serão simpaticamente obsequiados com um sorriso.

Obrigado pelas vossas dúvidas e questões.

Cumprimentos e boas criações

Nuno
Bruno cardoso
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De facto, trata se da mesma espécie, serinus canaria.. Se esta correcto..aí é que ja tenho grandes duvidas!!!!!!!! GRANDES.
Se se trata-se de elefantes ou tigres, os estudos eram mais aprofundados e certamente o canario domestico nao estaria classificado como a mesma espécie que o canario dos açores..quando muito, seriam sub-espécies.
Mas se queremos "tapar o sol com a peneira" e fazer de conta que os canarios selvagens dos açores têm tudo a ver com as actuais raças domesticas..isso já fica ao critério de cada um.

Em relação aos exemplos dados da raça espanhola e do timbrado...meu caro Nuno, tenho que lhe dizer que estamos a misturar alhos com bogalhos...
Essas raças foram obtidas à custa dos selvagens é um facto..mas foram trabalhadas e cruzadas com canarios domesticos etc O objectivo foi criar uma nova raça, com caracteristicas muito diferentes do selvagem..num caso seleccionou-se o canto, noutro o tamanho diminuto. Nao vejo o que estes processos têm de semelhante com aquilo que pretendem fazer. Se, como dizem, realmente querem manter o padrao e a pureza do canario selvagem..nao vao estar a criar nenhuma raça.. portanto creio que sao coisas muito distintas.

Como o PAulo refere..a COM preve que estas aves sejam expostas como exoticos africanos..se esta bem ou nao, nao sei... Mas admitindo que existem muitos serinus em Africa..secalhar a logica de os inserir aí..foi essa. De qq das formas..isto nao tem q ser estatico..podem mudar de classe se se achar conveniente...isso nao me parece ser um problema.

Gostava só de perguntar ao Nuno, se foi ou esta a ser feito algum estudo sobre a população dos selvagens, os seus habitos e objectivos concretos de preservaçao dos seus habitats etc... E se sim...tinha curiosidade em saber mais detalhes, sobre esse assunto.


Em relaçao à solidariedade de que fala..como ja disse, tenho todo o orgulho que o selvagem seja protegido e possa ser criado em cativeiro..ate porque isso tambem é uma forma de o proteger. Agora nao misture-mos as coisas, gostava de saber a relevancia e a logica do reconhecimento desta ave como uma raça de canario. Ou dito de outro modo.. se esta ave ja pode ser exposta por criadores estrangeiros, nos mundiais, esta raça ja existe!!! Portanto nao digamos que vamos criar uma raça. Se isso acontecer..poderá ter interesse como marketing, apenas. Como ja referi..nao deviamos, meter no mesmo saco as aves 100% naturais.. e as criadas e seleccionadas pelo HOmem. A criação e exposição das primeiras, tambem deve ser possivel, mediante restriçoes adequadas à especie, mas sempre num patamar diferente das raças domesticas.
Os selvagens ja foram descobertos há 500 anos...essa raça existe desde entao...isso é um facto..um facto historico. Ou se quiser-mos..existe desde que a classificaram e identificaram a especie. Se a registarem como uma nova raça.. essa raça passará a existir a partir deste momento. Aparentemente isto nao faz lá muito sentido...digo eu!

Pra mim, faz muito mais sentido rever se realmente o canario selvagem dos açores nao deveria ser classificado como outra especie ou sub especie, em relaçao ao canario domestico. Se conseguissemos isso... estariamos a reconhecer essa raça em relaçao a todas as outras de canarios..... Reconheceriamos o verdadeiro valor da ave. Assim estaria correcto..na minha opiniao.

Em relaçao ao exemplo do lobo... secalhar os criterios que fazem com que um lobo seja uma especie e um cao outra...tambem existem em tao grau ou maior, para que um canario domestico fosse reconhecido como uma outra especie ou sub especie em relaçao ao canario selvagem. ISto so nao acontece,...porque como disse..os estudos nao existem, nao se tratam de tigres, nem de elefantes...estamos noutro campeonato.



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Nuno desculpe o timbrado espanhol só foi considerado em 1962 pela COM e quanto à sua origem já vem desde a sua descoberta.

Quantos exemplares existem de canários selvagens nos Açores? :oops:
e quanto ao desenvolvimento do canto veio dos canários selvagens trazidos das ilhas desde as descobertas ou não ....
Porque não dar valor ao Arlequim Português? ou ao verdadeiro canário Português que não sei qual é .... deve ser o amarelo...mas é o meu pensamento de noviço.
Eu estou a falar de cor, porque ainda só existem de forma gratuita o(standard) dos canários de forma. o resto ainda esta por vir ... desde os canários de canto a quase todos .
(aliás já esteve na net em PDF para todos mas infelizmente o meu computador teve virus e fiquei sem os excelentes pdf´s que alguém tinha feito com prazer ....penso eu de que.
cumprimentos
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Bruno no Açores existem os verdadeiros canários em estado selvagem com os genes primitivos , isto é desde que foram descobertas que os canários cantavam por isso é que os portugueses e nuestros hermanos os caçavam e vendiam nos Portos e não só. Os canários do Açores para mim na minha modesta opinião tem um cantar melodioso mas baixo.Com isto eu não estou a criticar o Nuno e a ti bruno , eu só não entendo porque é que querem fazer dele uma raça sendo ela a origem....eu calculo o interesse mas posso estar errado , mas podem vender aos estrangeiros por um preço de um papagaio :wink: no entanto seria interessante saber mais sobre o vosso projecto.
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Sou muito chatinho :lol:
Quando os espanhois, para além do RAZA, do Timbrado quizerem registar o original/ancestral das canárias, aí vamos ter que os gramar, mais uma raça, e ficamos impedidos de o fazermos nós, com a nossa, pois aí sim seria duplicação.

Quem não tem, não tem culpa de não ter.
Mas quem não aproveita o que tem, é culpado, no minimo de desleixo.

O projecto é criar canarios dos açores que sejam de canto ou de cor? eheehehehe se for de canto até vou aos Açores ver como os criam e faço-me socio dai oh nuno :lol: nas canárias é proibido ter essas aves e quando são apanhados ficam bem multados ! normalmente do que me dizem é que o timbrado não é ancestral mas sim original porque canta coisa que os outros canários fazem mas de uma forma limitada. posso estar mal informado . o que é ancestral é a cor nada o que é acrescentado no timbrado ao longo de dezenas e centenas de anos foi o apuramento do canto, penso eu que leva a cor verde ( mas posso estar a dizer uma barbaridade) nos seus genes.
Arranjar um canário de canto Portugues seja dos açores ou da madeira ou de portugal ou do mundo da lusofonia obviamente que estou de acordo agora seria interessante saber quantos casais existem nas ilhas numeros que desconheço por completo sejam dos açores das canarias ou mesmo da Madeira. Está vunerável? os dados são muito esquisitos mas enfim... :wink:
Bruno cardoso
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boavida Escreveu:Bruno no Açores existem os verdadeiros canários em estado selvagem com os genes primitivos , isto é desde que foram descobertas que os canários cantavam por isso é que os portugueses e nuestros hermanos os caçavam e vendiam nos Portos e não só. Os canários do Açores para mim na minha modesta opinião tem um cantar melodioso mas baixo.Com isto eu não estou a criticar o Nuno e a ti bruno , eu só não entendo porque é que querem fazer dele uma raça sendo ela a origem....eu calculo o interesse mas posso estar errado , mas podem vender aos estrangeiros por um preço de um papagaio :wink: no entanto seria interessante saber mais sobre o vosso projecto.
Ola "Boavida"


Foi exactamente isso que eu disse...Nao estou a entender o porquÊ do seu comentario! eh eh

Eu tambem nao entendo a logica de quererem fazer dela mais uma raça de canarios...Pelas razoes já citadas!!!

O "Boavida" não deve ter lido com atenção o que escrevi. :D

Desculpe trata-lo assim, mas nao consegui ver o seu nome.


Cumpmts

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