nuno mauricio Escreveu:Boa noite, essa é uma boa questão. Agora à dias um criador disse-me que este ano nem mandou o averbamento anual pois diz e é capaz de ter razão, que eles não dão importância e não vêm os e-mails da Malta.
Bom dia
Há quem não os envie, mas não aconselho nada a fazerem isso. Muitas das vezes o ICNF não responde, mas é por falta de tempo. Se ceder aves, eles vão confirmar no averbamento. Agora aqui que ninguém nos ouve

, há aves e aves, acredito que a cedência de um casal araras jacintas seja vista com muito mais atenção do que a cedência de um casal de fischeris, eles têm noção das espécies mais raras e mais traficadas. Aliás, para quem não sabe algumas espécies é feita colheita de sangue.
Em Março estive num congresso em que um dos oradores era representante do ICNF e de facto ele queixou-se da falta de meios humanos e não só. Apesar das receitas que geram ao estado, estão um pouco limitados.
Queria aqui aproveitar também para desmitificar a ideia que por vezes existe que o ICNF só quer prejudicar os criadores, mas não é nada disso, eles limitam-se a aplicar as Leis que existem. E pela experiência que tenho tido (mesmo em casos com amigos), é precisamente ao contrário, as pessoas que estão à frente da parte do CITES defendem os criadores e até posso dizer que temos alguma sorte nesse aspecto. Agora é óbvio que há coisas que eles não podem deixar passar.