Sim, mais buttercups, etc... Contudo, nos ringneck, na minha opinião, para além de ser mais fácil identificar essa poucas variantes, muitas delas não existem por cá, e muitas das que existem são a preços proibitivos (Exemplo dos violeta).
Nos red rumped, por muitas tantas que possam existir, o que vemos é também sempre do mesmo: normais, lutinos, albinos, rubinos, opalinos, azul, azul opalino, laranja, laranja opalino, malhados e por ai fora.
Porém, nos agapornis tenho aqui um placard só de roseicollis, que independente da nomenclatura, apresenta 56 mutações diferentes, sendo que acredito que existam bem mais.
Ora, as minha aves de eleição são os ringneck e, como Pedro disseste, têm mutações suficientes para me entreter. Todavia, o que pretendia dizer, é que para mim, não sendo criador nem "estudante" de agapornis, acho demais complexo a distinção entre muitas das mutações existentes. Por um lado é desafiante mas por outro exige acima de tudo uma enorme componente teórico-prática até se atingir um ponto onde se é capaz de identificar claramente todas as mutações que, por exemplo, se tem em casa. E mesmo tendo essa experiência existem sempre dúvidas e discussões como as do outro tópico em relação ao Sable. Mas lá está, o fascínio dos agapornis parece ser mesmo esse.
