Meus amigos, isso é que são conclusões.
Muito bem, e agora vejam onde é que se pode estar, de uma forma livre sem estar sob a alçada dessas duas pessoas atrás referidas?
Mas convém reconhecer que se uma caiu em desgraça, ou está em vias disso, o seu ex-colega, e ex-inimigo, ainda goza de alguma aceitação por ter pessoas de confiança nos lugares chave da ornitologia Nacional Portuguesa.
Cada vez acho que o futuro são os clubes especificos/especializados, como os clubes generalistas/locais a servirem de apoio.
Vejo com uma pontinha de inveja (da boa) o excelente desempenho do GCP, que é um especifico, que trabalha em todo o país e se "associa" aqui e ali aos clubes das terras para promover o Gloster, e mais o Gloster Português.
Assim consigam fazer todos os outros.
Agora não percebo é que haja capacidade de certos criadores de serem sócio, muitas vezes fundadores e dirigentes, de tudo o que seja clube de coisas com penas.
Eu não sei, não sou dono de nenhuma verdade, mas penso que os estatutos, ou regulamentos internos, deveriam ressalvar que uma pessoa pode ser sócia dos clubes que muito bem lhe aprouver, mas para ser dirigente, só se for criador, ou que o tenha sido durante algum tempo até uma data recente (tipo um criador de 15/20 anos e que acabou por motivos de saúde), agora ser criador de fifes e borders e ser dirigente dum clube de mandarins, ou exóticos, ou piriquitos, não me parece bem, para além de ser perigoso e centralizador.
Mas isso caberá aos sóscio el última análise.