ajsilva
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Pedro121

Claro que fui eu quem tomou a decisão. Para isso fui eleito em assembleia geral onde no plano de actividades constava essa intenção. E quando te digo que decidi, digo-o porque realmente ainda consigo ser eu a tomar as minhas decisões. Será que podes dizer o mesmo???

Agora quem decidiu que o meu clube abandonava a FPO foi a assembleia geral, que eu convoquei para o efeito. Se nessa assembleia geral tivesse sido decidido o contrário o meu clube estaria agora na FPO, mas eu de certeza que não seria o seu presidente. Por uma razão muito simples ... não lido com traidores como o Sr. presidente da FPO.

Se existem pessoas que são capazes de bater nas costas das outras só porque lhes convém ... eu não e não contem comigo para lidar com pessoas dessas.

A todos os outros membros do fórum desculpem a rispidez das minhas palavras para com o Pedro121, mas quem não se sente não é filho de boa gente.
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AvilandiaPT
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Assembleia FPO e o resto...

Olá,
A forma como algumas mudanças aconteceram, as pessoas envolvidas, etc, comento aquelas em que estive presente, aquelas em que votei. O resto, não ma parece que comentar seja correcto, tal como não me parece que seja correcto que outros o façam. Já aprendi que nem sempre as histórias são como as contam e puvir esta ou aquela frase, pode dar ou não sentido a muita coisa...
Leote, foi neste sentido que fiz essa observação. Ou seja, de que quando não sabemos todos os factos alguns comentários podem parecer mais vazios ou sem significado, ou muito parciais, nada mais... Por isso é que não comento normalmente estes assuntos. Isso nada tem a ver com não criticar o que acho estar mal ou deixar de ter opinião, tem a ver sim com o julgar a opinião dos outros. E essa opinião faz sentido consoante o que sabem das situações. Como não sei o que sabem, não comento. Se reparar comento de forma muito diferente algumas opiniões do Pedro por exemplo pois conhecemo-nos pessoalmente à bastante tempo e já debatemos tudo isto dezenas de vezes.
criaram-se prepositadamente ou não clubes para servirem de suporte à nova Federação?
Quando se criou a FOCIP existiram dois problemas base, um dos quais era que os clubes que assumiram querer sair da FPO na altura não o podiam fazer para o vazio, ou seja, era necessário haver algo para onde sairem já que era assumido que a FONP não era opção para a maioria. Em paralelo existia já a ideia de se formar por exemplo o CPE, isso era falado, que eu tenha conhecimento desde 2003/2004 por vários criadores. Em relação aos outros não posso comentar. Os 3 clubes que foram criados serviram como fundadores da FOCIP, aderindo os restantes logo de seguida. Se foram formados de propósito ou não, enfim, uns poderão ter opinião de que sim, no caso particular do CPE não foi isso que aconteceu. Eu pessoalmente fiquei muito mais desiludido por perceber que alguns projectos apenas interessavam a jogar na mesma "cor politica". Neste momento, e falo apenas pelo CPE, o projecto existe e um grupo de pessoas continua a mantê-lo vivo, mas é um pequeno grupo, bom mas pequeno e infelizmente devido a todos estes "desvios" as atenções têm sido desviadas do que era mais importante. Não duvido que existem boas ideias e boas pessoas para dar continuidade, mas é muito mais fácil pegar em casas feitas do que começar a cavar fundações! Especialmente quando 2/3 está interessado em defender e vender a ideia de que é tudo "ilegal" (acho girissimo) e apenas uma "comodidade", feita para criar a FOCIP.
Colocaram-se ou não Direcções em clubes para estes entrarem para a FOCIP?
Não, e aqui não concordo por uma razão muito simples. Alguma direcção não foi democraticamente eleita?? Ou o argumento apenas funciona para um lado? Se pessoas voltaram às direcções porque entendiam haver outros caminhos, enfim tudo bem, mas não é isso a democracia? Não é um direito que os sócios têm candidatar-se? Claro que numa fase de "disputa" as coisas podem ser mal interpretadas e ai é que começam os problemas, as guerras internas, as desconfianças e até mesmo as ameaças como assisti em assembleias gerais. Faz algum sentido? Será que ameaçar as pessoas que vencem uma nova direcção é mais democrático do que essas pessoas pertencerem a uma lista eleita? Ou mais curioso ainda, como acontece em 90% dos casos, andar-se a pedir por favor para conseguir elementos para aguentar mais uns tempos a direcção, listas únicas, eleitas por eles mesmos porque mais ninguém vai votar??
Qualquer instituição que deve o seu surgimento a processos pouco claro, como é que se pode depois vir arvorar em baluarte da mudança?
Mas em que é que o processo foi pouco claro?? 3 associações legalmente constituidas fundaram a FOCIP, em seguida outras associações filiaram-se nesta se acordo com decisões das suas assembleias gerais. Parece-me e sempre me pareceu simples! Podia ter sido diferente? Admito que sim, mas será que era viável algum clube "sair" para algo que não existe? Como é que se explica aos sócios, que vamos sair, para criar algo novo, mas que ainda não existe, nem sabemos quem vai ser?
São estas e outras que levam ao afastamento de muitos criadores.
Não, o que leva ao afastamento dos criadores são outras questões. Haja anilhas e 95% dos criadores estão satisfeitos, haja anilhas e exposição anual e 99% dos criadores estão contentes. Os outros 1% é que são uns chatos de primeira! E esses 1% é que gostavam de ver outra ornitologia.
Querem apostar que muitos criadores não fazem ideia do que realmente se passou e apenas aquilo que lhes contaram? Ainda recentemente sem saberem quem eu era, ouvi comentar que a FOCIP apenas existiu para que os juizes do CPJO continuassem a julgar os passarinhos dos amigos.
Eu disse desde o inicio que por mim deixo de julgar sem problema algum, mas nunca disse que juizes que eram membros do CPJO, porque mudaram de rumo passaram a incompetentes!! Mas existem aspirantes que foram promovidos a aspirante "hoje" e a juiz "ontem", ou é mentira?
porém, temo que isso somente se consiga com uma Federação única e, provavelmente, nova, com uma nova abordagem, novas pessoas, caso contrário estaremos sempre a mudar de visual, mas o conteúdo será o mesmo.
Sim, venha ela, venham as pessoas... Eu por mim nunca estranhei nem olhei de lado novas ideias. Sempre as apoiei, aliás mesmo quando mais tarde vim a descobrir que não o mereciam. O problema é que a estrutura está demasiado enraizada e as pessoas demasiado "envolvidas" para que mude assim. Infelizmente!

Já disse que não concordo com muitas coisas e gostaria de uma ornitologia MUITO diferente, mas como é o que temos entendo que devo enquadrar-me e envolver-me (ou não) de acordo com os meus principios, nada mais que isso. O que os outros fazem é com eles.

Um exemplo muito simples e que compreende certamente. A AOA não é filiado em nenhuma federação, é por isso que lhe chamam ilegal? Então porque é que os clubes da FOCIP são ilegais, a FOCIP ilegal, não existem etc? Faz sentido?
Se os seus associados quisere juntar as aves deles, numa exposição qualquer e decidirem que querem que seja o "presidente da junta" a escolher os melhores qual é o mal? Estão no seu direito ou não? Só vai quem quer! Então porque é que uma pessoa que o actual presidente da FPO em 2003 entendeu que TINHA que ser nomeado e proposto para a OMJ, era essencial ser ele, porque se recusou a abandonar o CPJO e seguir outra "linha", se recusou a abandonar os seus principios, poucos meses depois passou a ser considerado incompetente? Faz sentido?
Como eu não me esqueço dessas coisas e estava lá, foram comigo, não mas contaram nem as ouvi dizer, posso ter a minha opinião sobre as pessoas e simplesmente recusar-me a estar em determinadas estruturas.

Apenas critico quando se tomam atitudes que prejudicam claramente terceiros e os impedem de praticar a sua livre escolha! Eu optei por ficar no CPJO, e participar com um certo projecto federativo, não andei a fazer campanhas para acabar com as outras federações, nem a desacreditar outras instituições ou as capacidades de terceiros. Nem tenho planos maquiavélicos para dominar o mundo :wink:

Cumprimentos,
Ricardo M.
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Andre Vicente
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F P O ASSEMBLEIA GERAL

Meus amigos da-me a impressao que toda a gente fala mas sem conhecimento de causa,estou no CLUBE ORNITOFILO RIBATEJANO a cerca de 13 anos,ja fui vogal da direccao,vice-presidente e neste momento sou o tesoureiro,mais sou juiz nacional de aves exoticas,e ainda tesoureiro da FOCIP,e ainda lavador de gaiolas todos os anos para realizar a exposicao do COR,mas ha uma grande diferenca e que nao sou passarinheiro,ando na ORNITOLOGIA porque gosto e sou criador de aves exoticas,e juiz do CPJO "nao cuspo no prato onde me deram de comer ao contrario de certas pessoas"traicao nunca trabalho sim,por isso cada um deve estar no seu lugar e quando fala deve saber aquilo que esta a dizer,sou das poucas pessoas que tinha dito que nao voltava a entrar neste forum mas nao resisti pois escrever aqui e facil vao e todos fazer um exame de consciencia e digam realmente onde esta o mal e quem e a pessoa responsavel por toda esta situacao.
pedro376h
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boas, :)
só quero dar os parabéns ao sr presidente da FPO.
por aquilo que tenho lido este sr parece-me ser a pessoa que mais tem feito por uma Federação Unica :D
oxalá continue assim para que mais clubes ponderem a hipótese de se agregar à FONP. :D
se isso acontecer o sonho dos criadores de passarinhos vai-se concretizar.
os criadores de "conflitos" (espécie de ave rara) é que não irão achar muita piada :D :D
um abraco,
pedro duarte
visite http://pedroduarte.blogspot.com
Henrique Correia
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Caro Leote Paixão

Em teoria, sou apologista das secções técnicas dentro dos clubes. Penso que haverá uma economia de escala se houver várias secções técnicas dentro de um clube. Mas no fundo o problema não é do “mimetismo” mas sim da nossa mentalidade que é diferente da existente nesses países, já vivi no estrangeiro e sei do que falo.
Agora que muitos dos clubes de que fala são criados com intenção de aumentar a base de suporte de federações emergentes creio ser uma realidade já muito antiga que não vale a pena estar a negar.
Mas, caro amigo, mais uma vez lhe digo; enquanto a democracia não chegar à ornitologia nacional, neste caso falo da representatividade dos clubes, todos estes problemas vão continuar a perdurar.

Quanto aos interesses comerciais, confesso, que prendi a viver com eles mas compreendo a sua indignação.

Agora deixe que o esclareça. Dois clubes AAP e COV candidataram-se ao Nacional 2008. Por acaso li o processo de candidatura e não é melhor nem pior que os anteriores. A candidatura é chumbada por razões pessoais. O presidente da FOP não gosta do COV e o COV também não gosta muito dele. No meio de isto tudo a AAP é levada na enxurrada. O presidente da FOP também não gosta muito do presidente da AAP. Aliás ele não gosta de ninguém que pense diferente dele, mas adiante. Eu conheço bem os 2 clubes e garanto-lhe que seria um dos melhores nacionais dos últimos anos e, pessoalmente estava bastante entusiasmado, com a ideia e com vontade de ajudar na realização do evento. É uma história simples sem mistério nenhum.

Agora, quanto à AG da FPO, penso que os clubes mencionados a abandonaram por manifesta falta de educação do presidente da FPO. Não estive lá, mas não fico muito admirado. Mas sabe como é, a tal falta de democracia e de representatividade...

Também lhe posso garantir: as pessoas que estão à frente do COV e da AAP, merecem-me toda a consideração e respeito.

Para finalizar, tenho de concordar consigo, que são despropositados os epítetos dirigidos ao presidente da FPO. Temos de respeitar as pessoas e as instituições, por mim tenho o intento de me conter nesse campo, mas vai ser difícil convencer muita gente a não o fazer...
Nuno Cymbron
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Fed Reg/Nac e/ou Amad/Prof e/ou Gener/Espec e/ou desp/cult

Meus caros,

Basicamente eu penso que entre os ornitocultores mais interessados, activos e mesmo informados, se instalou um desejo de ver evoluir a nossa Ornitofilia Nacional.
As mudanças, mais ou menos drásticas, mais ou menos de âmbito nacional, mais ou menos profissionalisantes e mais ou menos especialisantes são relativamente consensuais e identificadas pela maioria.
As necessidades de empenhamento, dedicação e sacrificio, são conhecidas de muitos, que já o fazem há algum tempo.

Em consequência, o que é que é mais fácil, olhar à volta, ver o panorama Nacional, e concluir, esta Federação tem uma liderança forte, tem tido um desempenho razoável, mas está a ser contestada, (não será uma aposta boa no médio/longo prazo), esta outra aqui ao lado, é recente, ainda não mostrou serviço para o exterior, e está "fora" do sistema, (poderá ser uma aposta dentro do médio/longo prazo) e por fim temos uma outra com alguma experiência, bom desempenho mediático, apesar de também ser fortemente centralizada [como a primeira], (é claramente a aposta no curto prazo).

Mas atenção, poderão estar à beira de fazer com que a história se repita.
Muitos pensam , onde é que eu poderei "ganhar" mais, (seja na vertente de projecção nacional, profissional, especialização ou mesmo desportiva), ou aliando-me a quem?

O caminho mais curto nem sempre é o melhor, nem o mais seguro.

Agora, tanto numa prespectiva de Federações, Clubes e Criadores, deveriamos analizar as possibilidades.

Esta actividade é/deverá ser considerada um desporto, uma act cultural ou mesmo científica?
- até poderão ser as três, mas não deverã estar no mesmo "saco", ou será que podem?
Poderá ser uma actividade amadora ou profissional?
- ou uma ou outra, neste caso caso não dá para conciliar, mas o que é que separa uma da outra, a dimensão, os resultados, os rendimentos????
- como é que se determinam os rendimentos desta actividade?
- se for um profissional (com actividade a recibo verde) dá para descontar nos impostos as compras de aves e alpista??
E quanto à especialização, em todo o lado ouvimos que é a única forma de se evoluir, de aumentar os resultadose a qualidade, etc ...
- dependerá da escolha de cada um e do nível em que participa
- posso ter canários de porte Border e fife facy mais diamantes mandarins, com que concorro a nível local, e a nível nacional só concorrer com Border (e seria um generalista local e um especialista nacional)

As possibilidades deveriam ser as que dessem maio leque de escolhas às pessoas, mas só se materializam se ouver um ranking nacional e local, constituido pelos resultados totais, compilados e editados por uma entidade independente, que aceitasse todos os criadores nacionais, independentemente de federações (stams), especies criadas e colégios de juizes (uns são controlados pelas respectivas federações).
Mas tudo isto só seria efectivo se todos pudessem participar livremente em todos os eventos, o que ainda não é o caso.
E isto meus amigos seria o trabalho para uma confederação fazer, mas não é o caso, ainda.

E dúvidas não houvessem sobre qual seria o sistema mais proveitoso para todos ao nível nacional, não haveriaa necessidade de tentar vetar o acesso de criadores que aderiram a uma certa maneira de fazer as coisas, ao campeonato nacional e do mundo, pois corria-se o risco de ver quem é que obteria os melhores resultados e assim os criadores começassem a seguir essa via.

Boa noite e Cumprimentos que já me aloguei.

Nuno Cymbron
Pedro121
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Henrique Correia Escreveu:.
Agora deixe que o esclareça. Dois clubes AAP e COV candidataram-se ao Nacional 2008. Por acaso li o processo de candidatura e não é melhor nem pior que os anteriores. A candidatura é chumbada por razões pessoais. O presidente da FOP não gosta do COV e o COV também não gosta muito dele. No meio de isto tudo a AAP é levada na enxurrada. O presidente da FOP também não gosta muito do presidente da AAP. Aliás ele não gosta de ninguém que pense diferente dele, mas adiante. Eu conheço bem os 2 clubes e garanto-lhe que seria um dos melhores nacionais dos últimos anos e, pessoalmente estava bastante entusiasmado, com a ideia e com vontade de ajudar na realização do evento. É uma história simples sem mistério nenhum.

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Simples é, mas não deixa de ser lamentável que tenha acontecido, precisamente por ser simples é que é de lamentar que por motivos de cariz pessoal se bloqueie um projecto solido para o Nacional
Pedro Ramalho
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Joao Vargas
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Caros Foristas,

Tenho seguido o debate com algum interesse, até pela qualidade dos foristas presentes e de algumas das suas intervenções, no entanto, e se me é permitido também um comentário, diria que noto em algumas das intervenções uma certa facilidade em realçar as opções que outros tomaram, esquecendo-nos muitas vezes de olharmos para nós próprios.

Senão vejamos:

Diz o Pedro com inteira razão, a qual subscrevo por completo,

"... Os clubes que constituem a FOCIP não aceitaram a situação e em vez de fazerem um combate interno de uma maneira democrática, não, resolveram sair de uma maneira nada democrática, sim porque a democracia implica respeitar os direitos das minorias mas acima de tudo a vontade da maioria...",

Pergunto eu, não terão também os Juizes do CJO e CNJ abandonado também eles o CPJO? Instituição essa que os formou como tal.
Que interesses tiveram eles para o fazer? Os mais diversos certamente, mas alguns dos que agora criticam os que sairam para formar a FOCIP, são os mesmos, que também eles sairam para formar o CNJ e CJO.

Diz o Leote:

"...Isto trazido para uma escala nacional era o mesmo que os partidos da oposição, quando vencidos no Parlamento, abandonavam este... e criavam um outro, ali ao lado!!!... "

E isto aplicado aos Clubes/Associações que se encontram à margem da estrutura ornitológica nacional? Não será também como se existissem partidos, que não se revendo no sistema politico português, quisesse nele ter representatividade?

Quanto ás assembleias e ás decisões por elas tomadas( em regra em conformidade com as opções da direcção) todos nós sabemos que isso se deve apenas, porque a maioria dos associados nelas presentes, são também eles membros dos corpos gerentes dessas mesmas instituições, e quando assim não é, dá no que dá, ou seja, formam-se clubes/associações/federações/colégios de Juizes para albergar os dissidentes.

Um abraço,
Joao Vargas
Pedro121
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Joao Vargas Escreveu:
Pergunto eu, não terão também os Juizes do CJO e CNJ abandonado também eles o CPJO? Instituição essa que os formou como tal.
Que interesses tiveram eles para o fazer? Os mais diversos certamente, mas alguns dos que agora criticam os que sairam para formar a FOCIP, são os mesmos, que também eles sairam para formar o CNJ e CJO.
É verdade, no caso do CNJ é particularmente irónico que a FONP se oponha á existencia da FOCIP, já que a luta travada por esta é em tudo semelhante á travada pela FONP para assegurar a existência do CNJ

Já o CJO é uma situação com mais nuances, já que na pratica quando a FPO muda de nome e cria o CJO eu por exemplo não me apercebi de imediato que isso não iria resultar na extinção do CPJO e na realidade os motivos da mudança CPJO-CJO são muito diversos enquanto só existe um motivo real para a mudança CPJO-CNJ e mesmo para a constituição da FOCIP.

Claro que eu não podia concordar com um projecto que iria dar origem a mais uma federação, quando sempre defendi que o melhor seria a existência de uma única federação.
a minha saída do CPJO foi em grande parte motivada pelas circunstancias, mas teve como pano de fundo a minha discordância sobre o projecto FOCIP, tanto pelo projecto em si como por ser um projecto promovido por Juízes, contra aquilo que eu acredito que é a não acumulação do cargo de dirigente com o de juiz, precisamente para evitar estas situação em que devido a interesses pessoais as instituições são postas em causa.
Pedro Ramalho
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Situação nacional, Federações e coerências

Lá voltamos nós à questão das coerências ou falta delas...
no caso do CNJ é particularmente irónico que a FONP se oponha á existencia da FOCIP, já que a luta travada por esta é em tudo semelhante á travada pela FONP para assegurar a existência do CNJ
Pois, mas eu não sei se "opôr" seja o melhor termo. O problema não me parece estar na existência da FOCIP (porque nisso nem FONP nem FPO têm qualquer palavra a dizer!!) mas sim na sua "representatividade" e legitimidade como federação nos mesmos direitos e deveres das outras duas, em particular na COM-P.
Já o CJO é uma situação com mais nuances, já que na pratica quando a FPO muda de nome e cria o CJO eu por exemplo não me apercebi de imediato que isso não iria resultar na extinção do CPJO
Eu disse-te, eu disse-te... :wink:
Mais curioso ainda é que a pessoa que inicia e encabeça todo esse processo de "take-over hostil" (com o apoio de muitos membros do CPJO), mudança de FOSIP para FPO e depois formação do CJO foi a mesma que criou tantos entraves à formação do CNJ e que considerava inconcebível os juizes estarem num colégio dentro de uma Federação. Mas fez o mesmo, formou o CJO e dirigiu/dirige essa "nova" federação.
Claro que eu não podia concordar com um projecto que iria dar origem a mais uma federação, quando sempre defendi que o melhor seria a existência de uma única federação.
Sim, tem a sua lógica e aqui deixas-me num dilema.
discordância sobre o projecto FOCIP, tanto pelo projecto em si como por ser um projecto promovido por Juízes, contra aquilo que eu acredito que é a não acumulação do cargo de dirigente com o de juiz
Aliás, um duplo dilema...
É que eu concordo contigo em ambos os argumentos. Mas pesando as coisas quando decidi não sair do CPJO e apoiar a FOCIP foi precisamente por entender que o processo na FPO não foi correcto. Como sabes, desde o principio que também discordei da saida de juizes para o CNJ, POR MOTIVOS TÈCNICOS. Mas nunca coloquei em causa que tinham o direito de estar associados/integrados em qualquer associação. Se até ai existia apenas o CPJO e passava a existir outro colégio, as pessoas deveriam escolher onde queriam estar, ou não? E mais curioso ainda não achei que por mudarem deixassem de ser mais ou menos competentes como juizes do que eram no CPJO.
Mas como não concordo que os juizes estejam agregados às federações, entendi que como juiz deveria ficar no CPJO. Se lhe chamam CPJO, OPJO ou CT-FOCIP tanto faz, que eu sabia sou membro do CPJO como sempre fui e segundo o regulamento e estatutos independentes DESTA ENTIDADE.
Nomeiam-me para julgar exposições e eu vou, sejam da FOCIP, da FONP da FPO ou independentes! Não acho que umas sejam mais "merecedoras" que outras.

Quanto a acumulação de cargos, tens toda a razão talvez até mais ainda que sobre os colégios. E se me perguntares se gosto dessa solução? NÃO, mas é legitimo pedires que as pessoas deixem de tentar fazer alguma coisa porque são juizes? E onde é que isso não acontece nas outras federações? É que quando eu entrei para o CPJO foi por estar MAIS envolvido com a actividade, não para ser excluido da participação nesta.

Isto de tentar ser coerente tem que e lhe diga...

Cumprimentos,
Ricardo M.
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ajsilva
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Desculpem mais uma opinião sobre este assunto. Eu por acaso estou cada vez mais agradado com o que tenho ouvido sobre a preferência por uma única federação. Felizmente existem cada vez mais ornitólogos com esta ideia sobre a ornitologia nacional.

O Pedro por exemplo, tal como o Ricardo e eu próprio pensamos assim ... mas nem todos fazemos por isso.

Ora vejamos o meu ponto de vista. Das divisões que ocorreram na ornitologia portuguesa, quem é o principal culpado? Por causa de quem é que os Juízes do CNJ abandonaram o CPJO. Por causa de quem é que surgiu a FOCIP. Por causa de quem é que a AAP e o COV pediram a assembleia geral da FPO?

Agora pergunto ... Acham coerente que quem defende uma só federação ou seja a unificação da ornitologia nacional apoie o foco da divisão?

Eu não o apoio de certeza. Quem quiser continuar a apoiá-lo está no seu direito, mas por favor deixe-mo-nos de falsos moralismos.

AJSilva
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Joao Vargas
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Pedro,

Pessoalmente, não possuo cargos de dirigente em nenhuma federação ou clube, nunca fui defensor da criação de novas federações, continuo como Juiz de Exóticos, e apesar de me ter disponibilizado para integrar o CJO, nunca virei as costas à instituição que me formou(CPJO).
E o que o CJO fez? tu sabes, pois tudo foi decidido "democráticamente" em assembleia convocada para o efeito.
Acima de tudo continuo a amar, a criar, a concorrer, e se possivel a seleccionar passarinhos, pois é isso que me motiva e sempre motivou.
Tal como tu também eu sou defensor de uma unica federação, de um unico colegio, autonomo, isento e independente, pois foram estes valores que me fizeram manter no CPJO, no entanto, cada vez mais, acho que não passa de um sonho, pois o caminho traçado, vai em sentido contrário.

Um abraço e continuem, pois é o sonho que alimenta a vida...
Joao Vargas
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Situação nacional

Pedro,

Tu sabes que as minhas oposições em sair do CPJO foram sempre por dois motivos base:

1- Não aceitar que alguém que moveu montanhas contra tudo e todos porque era inadmissivel um colégio estar numa federação, de repente achasse que afinal era assim que tinha que ser...

2- Que sobretudo o CJO (e também CNJ) colocasse um ULTIMATO: para estarem no CJO têm que abandonar o CPJO e dizer que assim é que é bom.

Ou seja, o que foi feito foi pedir que desacreditassem todos os principios que até aqui supostamente seguiam e defendiam da instituição na qual entraram de livre vontade e na qual receberam alguma formação (CPJO - muita ou pouca é discutivel, mas existiu alguma!). Dizem que só ali é que estão juizes válidos (leia-se só no CJO e CNJ), e os outros são todos uns inúteis ou então não podem cá estar??!
Eu posso sempre ter sido/ser critico de algumas situações no CPJO, mas isso não aceito!!

É que eu lembro-me que uma certa pessoa, ainda na altura em que ele defendia o CPJO a todo o custo, e na fase que queria "excomungar" os juizes todos do CNJ, "proibiu" os criadores da FONP de participarem num nacional lembras-te? Porque eram "ilegais", as anilhas não eram válidas, etc, etc, etc... Esses disparates todos. Nós fomos dos poucos que achámos isso um disparate e aliás desde ai nunca mais expus num nacional. E nunca tive problemas em defender que um evento em que nem que seja UM criador nacional é proibido de participar não é um nacional.
Lembras-te que nessa altura o então presidente do CPJO, me enviou uam carta a pedir justificações sobre isso? Por considerar que isso ia contra a defesa dos interesses do CPJO? O mesmo CPJO que pouco depois ele abandonou e tentou destruir... Curioso, lá estamos novamente, é a coerência no seu melhor.

Estavas à espera que estivesse lado a lado em qualquer instituição com uma pessoa destas? Não obrigado, prefiro deixar de julgar, embora sendo algo que gosto de fazer, a aturar atitudes dessas.

Um abraço,
Ricardo M.
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Antonio Ferrao
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ag

Olá

Ja viram que tudo que se passa na nossa ornitologia teve haver com uma zanga de juizes...lol

Sim a Federação unica

Sim a um colegio unico e independente.

Sim ao Stam unico

Sim ao clubes tematicos...

cumprimentos
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Joao Vargas
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Caro Antonio,

Eu até diria mais, tudo se deve a uma zanga entre 2 pessoas que em tempos foram muito próximas, em que ambas faziam parte da direcção do CPJO e que por divergencias e vaidades pessoais arrastaram os restantes.
O problema de base é sempre o mesmo... em vez de se servir as instituições, servem-se delas.

Joao Vargas

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