Quero demostrar perante todos a minha desilução neste campeonato nacional, levei 10 aves das melhores classificadas, todas com mais de 90 pontos em várias exposições onde participei. Não tive nenhuma ave premiada, pensei, paciência, as minhas eram boas mas havia melhores, para meu espanto não foi isso que se passou, mas sim um juiz que não julgou devidamente as aves nem premiou muitos dos criadores porque não quis. Sei de fonte segura que simplesmente julgou algumas aves por uma tabela que já trazia onde dava 86, 87 e 88 pontos sem ter as aves á sua frente e assim houve várias classes de J sem nenhuma ave premiada e bem mereciam.Como é que se aceita uma situação destas, somos obrigados a registar as aves, a fazer cites, tudo despesas extras, tentamos melhorar a qualidade das aves e levamos um balde de água fria destes, por parte de um juiz que não foi competente a realizar o seu trabalho.
Gostaria de saber a opinião dos colegas criadores de agapornis, o que acharam do julgamento das vossas aves e se tinham conhecimeto desta situação.
Obrigado
Rui Santos
Sem menosprezar o trabalho dos Juízes e muito menos alimentar polémicas ,só tenho a dizeer que houve Juízes que fizeram a sua estreia de Juri neste Nacional ,acho que primeiro e face a esta envergadura que catapulca o nacional pra um dos melhores concursos de aves do ano ,senão mesmo o melhor do que se faz por cá entre tantos outros ótimos criadores ,acho que deveriam julgar exposições primárias e depois a este nivél que é o campeonato Nacional .
Esperemos que o próximo seja mais rigoroso em termos de jurisdição de aves
Você quer ser feliz por um instante? ...VINGUE-SE!! Você quer ser feliz para sempre?... ... ... PERDOE!!
Eu levei 16 aves, todas da classe J e de facto estranhei algumas pontuações, principalmente nos personatus verdes e nos roseicollis opalinos que foram para mim os casos mais estranhos, depois houve outros casos onde não ficava ninguem escandalizado se houvesse prémio, por exemplo os roseicollis pálidos.
Mas eu não percebi bem o que disse, o juíz trazia uma tabela já com as pontuações???? Porque razão?
Não tinha qualquer conhecimento disso.
Boas.
Mais um tema quentinho que não se passa só no Campeonato Nacional, passa-se em muitas das Exposições e tambem aqui nem sempre é culpa só do Juiz, vem mais de trás, vem da formação do acompanhamento do que vai fazendo ao longo do ano, etc, erros todos comentemos, o Juiz é um ser humano, eu compreendo um Juiz que sabe da "poda" e esteja a classificar aves que conheçe muito bem porque as cria e porque acompanha o panorama mundial dessa espécie que seja severo e que em vez de dar com facilidade 93 pontos deia o mesmo prémio a ave mas com 92 ou 91 pontos ou não haja 1º e só haja 2º, ou que outro juiz seja mais generoso e deia pontuações mais altas destacando as aves das outras não premiadas, não alterando com isso a justeza das aves melhores classificadas, eu falo por mim , quando velo uma ave minha que não está pontuada mas que ao lado vejo uma ave de outro criadôr com o prémio, olho e vejo, "sim boa ave", a minha e mais ou menos igual mas tudo bem o juiz lá viu algo melhor e é sempre um trabalho com o seu "Q" de subjectividade, mas nem tanto ao mar nem tanto a terra,agora custa vêr uma ave que já pontou num mundial ou esteve la perto,em varias Exposições Regionais e Internacionais que foi, ter boas pontuações ou mesmo varios prémios, têr 87 pontos e ao lado estar uma "pileca" com 88 pontos, isto não é errar é ... (o que quizerem lêr ou escrevêr dentro do parêntesis), porque se não se gosta de ouvir ou lêr criticas tem que se fazer o trabalho o mais serio possivel, e sim há excelentes Juizes em Portugal, se calhar poucos, mas assim, tambem não se cativa novos para irem, entregar aves a julgar a pessoas que não tem o minimo conhecimento dessa espécie como aconteçe e "TODOS NÓS SABEMOS", não me entra na cabeça, compreende-se que as pessoas tem de ganhar experiência, e isso vai-se ganhando a julgar, mas com acompanhamento, com formação, com incentivo, com gosto, mas num Nacional deveram estar os melhores juizes, as melhores aves, a melhor organização e os melhores criadores (sim, tambem nós temos de ter noção se as aves estão em condições e capazes de la estar, não é so criticar, pois por vezes tambem se veem coisas muito más), e neste campo por isso me espanta que em algumas secções e classes com aves com bastante qualidade para o panorama Nacional dos ultimos anos, não haja em bastantes aves a concurso um unico prémio, ou o juiz estava cego ou os criadores não veem nada de aves, e isto não convem nada ficar assim até ao proximo ano sem resposta, tem de se vêr o que se passa com estas situações, não é bom para ninguem, não quero, não costumo particularizar as questões que gosto de tratar como um bolo na instituição e no panorama global, (porque a coisas boas e bem feitas e essas devem-se mantêr e as que estão mal tem de se corrigir), mas como é logico e compreensivel nos falamos mais daquilo que conheçemos melhor e gostamos mais, e ai eu posso e sei do que falo e posso argumentar o que digo e escrevo, não falo a toa, e se alguem tiver vontade de melhorar o que está meno mal, eu estou sempre disponivel para ajudar, conforme gosto que o que faço se está mal que me corrijam e me ensinem, por isso levo as aves a Exposição na espectativa de vêr o que os meus colegas criadors fizeram e evoluiram durante o ano, comparar as minhas aves com os melhores, e vêr se a opinião do Juiz coinside com a minha e com a minha visão geral da Exposição, para dai tambem tirar ilações para o próximo ano de criações, mas assim e nesta epoca de Exposições e ao fim de 5 estou muito baralhado, qaundo levo uma ave a pensar que é a minha melhor ave e outra que levo tendo a certeza que é mais fraca (claramente visivel) e a pontuação é claramente contraria a minha ideia, volto a frisar, ou o juiz estava muito mal, eu não perçebo nada das aves que crio, ou algo vai muito mal na Ornitologia Nacional na Secção "J", falo nesta porque penso que é aonde perçebo alguma coisita.
Peço desculpa por este testamento algo perdido se calhar, algo a divagar, algo confuso, mas é o que o cerebro envia para a ponta dos dedos no momento.
Fico triste.
Gostava muito mais de estar a comentar aquela ave que ganhou excelente, aquelas condições em que as aves estavam alojadas, etc, etc, eram muito melhor, mas é assim, eu perdoo, vou voltar certamente, não desisto facil, mas ninguem me pode impedir de desabafar o que vi, sem criticar ninguem propriamente dito em nome pessoal, porque não é isso que está em causa ao fim e ao cabo, é mais profundo e isso já iria ferir certas coisas , e essas eu falo nos sitios certos, se tiver oportunidade, que não é facil neste Pais sêr ouvido o "Zé Povinho".
Devil Escreveu:Sem menosprezar o trabalho dos Juízes e muito menos alimentar polémicas ,só tenho a dizeer que houve Juízes que fizeram a sua estreia de Juri neste Nacional ,s
Acho que está aqui a haver alguma confusão, não houve com certesa nenhum juiz a ter a sua estreia em julgamentos no campeonato, o que houve como há sempre foi os exames em que os aspirantes em caso de passar passam a juizes, mas estes exames são feitos apos o julgamento das aves e nada tem a ver com os julgamentos em sí.
Rui Santos Escreveu: Sei de fonte segura que simplesmente julgou algumas aves por uma tabela que já trazia onde dava 86, 87 e 88 pontos sem ter as aves á sua frente e assim houve várias classes de J sem nenhuma ave premiada e bem mereciam.
O uso da tabela é normal, e isto porque é na tabela que está descrito o intervalos de pontos a dar para cada rubrica de julgamento consoante a ave é boa, má, ou excelente para essa rubrica em particular, obviamente que um juiz normalmente usa a tabela apenas como auxiliar de memoria, mas por exemplo no meu caso eu nos meus 2-3 primeiros anos de juiz andava sempre com ela atrás. Agora esta de ter dados os pontos sem ter a ave á sua frente não acredito, mais que não seja porque ninguém consegue preencher a ficha de julgamento sem o nº da gaiola e este está na ...gaiola...
Luis Grencho Escreveu:ou o juiz estava muito mal, eu não perçebo nada das aves que crio, ou algo vai muito mal na Ornitologia Nacional na Secção "J", falo nesta porque penso que é aonde perçebo alguma coisita.
A questão básica é mesmo essa a secção J, não é justo pedir milagres quando os juízes de psitacideos são generalistas, e nalguns casos não tem grande interesse pelos agapornis, a culpa não pode ser só do juiz, obviamente que um juiz de psitacideos tem que saber alguma coisa de agapornis já que é a secção J a que tem mais aves, mas uma coisa é saber por obrigação outra por gosto, agora é obvio que o Luis tem razão e que os melhores juízes devem ser os nomeados, mas como é que sabe quais são os melhores? Eles são todos OMJ, tem mais ou menos os mesmos anos de experiencia, e não existe nenhum mecanismo de avaliação do seu desempenho. Portanto como garantir que são os melhores a serem nomeados?
Bem, primeiro que tudo não faço julgamentos de ninguém, nem sequer sobre as aves que deveriam pontuaram e não o fizeram. Isso acontece em todo o desporto e em Portugal costuma-se dizer, por exemplo, que no futebol, somos todos árbitros. Por vezes acontece o mesmo por aqui.
A mim, não me admira nada que aves consideradas boas não tivessem pontuado, principalmente se já tinham estado noutras exposições este ano. Foi claro que nenhum dos psitas tinha gaiolas apropriadas e isso, quer queiramos quer não, reflecte-se no estado da ave. A maioria das exposições regionais também não as têm. As aves vão se estragando e para os próprios juízes é também difícil julgar nestas gaiolas, simplesmente porque a ave tem a tendência de se atirar para a rede de trás.
Quanto à secção J, dada a evolução na mesma relativo ao nível de exigência e detalhe, na minha opinião deveria existir uma secção de juízes própria. No entanto, para que isso se justifique, os criadores têm de se mexer e fazer uma espécie de "flooding" nas exposições, exercendo uma pressão coerente e inteligente sobre o sistema. Por exemplo, começando pelo que temos assistido aqui no âmbito do Nacional. Questionando detalhadamente, ir aos pontos certos.
Tirando isso, no geral, o que tenho a acrescentar, e mesmo relativo à minha participação, é simples: viver e aprender.
Boas.
Pedro Ramalho, por vezes a escrita não é facil exprimir o nosso sentimento e ou por vezes quem lê pode não conseguir perçeber o que outro quer escrevêr, e eu sei os conhecimentos que tens nesta area e perçebes o que quero dizer, eu respondo por mim, não pelo que outros foristas escrevem no seu direito, e pelo que escrevem cada um é responsavel, eu percebi logo que o que foi escrito sobre Juizes novos a julgar no Nacional era referente a aspirantes, é a confusão que dá lugar a isso mesmo, a falas, boatos, meias conversas ouvidas, etc, depois surgem conversas que podem não estar a 100%, mas isso é assim, eu estou a falar de forma séria, sentida, não de boatos, não de diz que disse, estou a falar e como disseste e eu disse, este panorama já dura a muitos anos, existem muitos e bons Juizes de Canários, porque são mais?, é mais interessante?, não penso que a qualidade nada tem a vêr com a quantidade, tem a vêr com o proprio esforço e vontade em evoluir, tu aprendeste, eu aprendi o outro aprende, tu erras, eu erro, o outro erra, agora errar sistematicamente na mesma coisa, já é desplicência. Cada pessoa que cria, que expõe, tem os mesmo direitos e deve concorrer em pé de igualdade, pois paga o mesmo pelas aves, o Juiz não é culpado das más gaiolas, a Federação não é culpada, os clubes não são culpados, então nisto tudo só o criadôr é culpado, porque os passaros não prestam e porque não há atenuantes, etc, experimentem (eu falo porque experimente e trabalho para saber) a colocar a mesma ave que lá está numa gaiola inadequada e coloquem a mesma ave numa gaiola adequada a espécie, e depois digam-me, se calhar uma ave mediocre não se notará tanto, mas numa ave boa, irá pareçer ainda melhor.
Pedro121 Escreveu:A questão básica é mesmo essa a secção J, não é justo pedir milagres quando os juízes de psitacideos são generalistas, e nalguns casos não tem grande interesse pelos agapornis, a culpa não pode ser só do juiz, obviamente que um juiz de psitacideos tem que saber alguma coisa de agapornis já que é a secção J a que tem mais aves, mas uma coisa é saber por obrigação outra por gosto, agora é obvio que o Luis tem razão e que os melhores juízes devem ser os nomeados, mas como é que sabe quais são os melhores? Eles são todos OMJ, tem mais ou menos os mesmos anos de experiencia, e não existe nenhum mecanismo de avaliação do seu desempenho. Portanto como garantir que são os melhores a serem nomeados?
Pedro, precisamente o que falei no meu texto, não a culpa não é só do Juiz que desconheçe, é de quem forma ou não é de quem anda ou não por gosto e dedicação, e desculpem-me uma coisa, qual o gosto de julgar por frete sem sêr por gosto e paixão, para qûe andar nisto sem sêr por paixão, por dinheiro, não me pareçe, por titulo, não me pareçe, e mais para que eu vou a uma Exposição levar aves, então não vale a pena se me dizem que depois o juiz, não sabe , ou não gosta, ou se esta a borrifar, não tem lógica e assim então tenho que dar razão a muitos criadores que tem excelentes aves em Portugal e não vão as Exposições por causa destas coisas e tu Pedro conheçes certamente muitos!
Porque será que o pessoal das outras Secções, Canários, Exóticos Fauna Europeia (já se começa a vêr coisas engraçadas), não se manifestam tanto ou nada?????
rnsilva Escreveu:Quanto à secção J, dada a evolução na mesma relativo ao nível de exigência e detalhe, na minha opinião deveria existir uma secção de juízes própria. No entanto, para que isso se justifique, os criadores têm de se mexer e fazer uma espécie de "flooding" nas exposições, exercendo uma pressão coerente e inteligente sobre o sistema
O problema Ricardo é que a divisão não pode ser decidida internamente, tem que ser feita ao nível da COM-OMJ, por isso de nada adianta fazer pressão cá, mesmo porque aumentar o nº de aves só vai resultar em que mais juízes sejam nomeados, e não em que melhores juízes o sejam.
Luis Grencho Escreveu: Pedro, precisamente o que falei no meu texto, não a culpa não é só do Juiz que desconheçe, é de quem forma ou não é de quem anda ou não por gosto e dedicação, e desculpem-me uma coisa, qual o gosto de julgar por frete sem sêr por gosto e paixão, para qûe andar nisto sem sêr por paixão, por dinheiro, não me pareçe, por titulo, não me pareçe, e mais para que eu vou a uma Exposição levar aves, então não vale a pena se me dizem que depois o juiz, não sabe , ou não gosta, ou se esta a borrifar, não tem lógica e assim então tenho que dar razão a muitos criadores que tem excelentes aves em Portugal e não vão as Exposições por causa destas coisas e tu Pedro conheçes certamente muitos!
Pessoalmente não vejo uma solução simples para o problema, se analisarmos os juízes de Psitacideos existentes em Portugal vemos que é uma minoria muito pequena que é criadora de agapornis e não podem ser sempre os mesmos a julgar, se a mim me dissessem “olha a partir de agora és tu sempre que julgas os agapornis no nacional”, eu desistia logo de ser juiz... Como é que é possível ultrapassar a situação, bem, de duas maneiras, primeiro são precisos 4-5 juízes que estejam á vontade na secção J, depois temos que garantir que os critérios básicos são uniformizados o que não é fácil já que temos dois colégios diferentes (hummmm, onde é que eu já ouvi esta…lololol), depois temos que convencer quem faz as nomeações que os “especialistas” da secção J devem ser sempre eles a rodar no nacional e mais importante ainda devem ser sempre eles a serem nomeados para as exposições em que aparecem mais agapornis.
Para alem disso temos que fazer alguma coisa em relação às gaiolas, admito que eu sou ambivalente em relação as mesmas, se por um lado concordo que para evoluir precisamos de melhores gaiolas, por outro lado acho que é um investimento significativo para um clube local fazer, no entanto para fazer o nacional acho que a questão tem que ser decidida de uma vez por toda e que neste caso a culpa é mesmo dos criadores, não estou sinceramente a ver que se no nacional as gaiolas não fossem as adequadas os criadores de canários se deixassem ficar, portanto se a organização não assegura as condições necessárias eu sei bem o que fazer, alias, já o fiz uma vês por causa da “brincadeira” de tirarem as grades das gaiolas.
Por fim, não podemos fazer pressão sem massa critica, não sei quantos agapornis estavam no campeonato, mas temos potencial para em Portugal levar á vontade entre 300-400 aves de qualidade ao nacional, e isso passa unicamente pelo criador, temos que decidir se é mais fácil pressionar levando aves para mostrar que elas existem e que se as condições lá estiverem elas aparecem, ou pelo contrario se é melhor não levar as aves por não acharmos que as condições “ideais” estão reunidas.
Luis Grencho Escreveu:Porque será que o pessoal das outras Secções, Canários, Exóticos Fauna Europeia (já se começa a vêr coisas engraçadas), não se manifestam tanto ou nada?????
O pessoal dos canários não reclama porque não tem razões de queixa, quanto aos exóticos, bem essa é outra historia.
Pedro121 Escreveu:Como é que é possível ultrapassar a situação, bem, de duas maneiras, primeiro são precisos 4-5 juízes que estejam á vontade na secção J, depois temos que garantir que os critérios básicos são uniformizados o que não é fácil já que temos dois colégios diferentes (hummmm, onde é que eu já ouvi esta…lololol), depois temos que convencer quem faz as nomeações que os “especialistas” da secção J devem ser sempre eles a rodar no nacional e mais importante ainda devem ser sempre eles a serem nomeados para as exposições em que aparecem mais agapornis.
Aqui está um principio, ora vendo os dirigentes que a coisa não correu bem, ok há que rever a coisa, é isso que eu falo, não é criticar por criticar, ficar tudo igual e no ano que vem estar tudo na mesma é que penso que não é correcto, e se quem manda/Dirige não se preocupa tenho de ser eu a falar porque me sinto defraudado, é criticar o que está mal e pelo menos tentar melhor, mas tentar, não fingir-mos que se vai mudar. Aonde estão os Standard das aves que se regem os Juizes em Portugal para avaliar os Agapornis??, eu não conheço, mas tenho uns e bons a não ser que o nosso Pais tenha melhores e por isso as aves estejam a ir no caminho errado de selecção, será que custa copiar dos outros se não se faz e entregar aos clubes para dar aos seus associados, se fôr preciso eu envio uma cópia dos meus, eu se fosse Juiz, não me ipmortava nada de cada vez que me chamassem para julgar fosse só julgar Agapornis, afinal eu gosto e fazia de boa vontade, já se me mandassem julgar sei lá Red Rumped, se calhar já não ia de igual vontade e só irira fazer treta, afinal conheço só o básico, por isso eu compreendo que numa Exp+o pequena com 20 Psitacideos 2 de cada raça, não podem ir 4 juizes julgar cada um 3 passaros, é obvio, e ai a culpa é dos criadores que não participam, agora é o Nacional, será que não havia mais um ou dois juizes mesmo para se ajudarem, dar mais que um pareçer, fazer as coisas com mais calma, penso que sempre ajudava a tarefa do Juiz, por vezes com demasiados passaros e demasiadas espécies para vêr numa só Exposição, afinal, penso que a um Juiz deve dar gosto participar numa mostra de aves Nacional, como qualquer criadôr gosta de participar e se possivel tirar prémios num grande evento.
Pedro121 Escreveu:Para alem disso temos que fazer alguma coisa em relação às gaiolas, admito que eu sou ambivalente em relação as mesmas, se por um lado concordo que para evoluir precisamos de melhores gaiolas, por outro lado acho que é um investimento significativo para um clube local fazer, no entanto para fazer o nacional acho que a questão tem que ser decidida de uma vez por toda e que neste caso a culpa é mesmo dos criadores, não estou sinceramente a ver que se no nacional as gaiolas não fossem as adequadas os criadores de canários se deixassem ficar, portanto se a organização não assegura as condições necessárias eu sei bem o que fazer, alias, já o fiz uma vês por causa da “brincadeira” de tirarem as grades das gaiolas.
Neste aspecto posso falar por experiência própria em dois casos, no caso de um clube vizinho que adquiriu gaiolas para pequenos e grandes Psitacideos iguais as do Mundial, e que teve este ano não posso precisar ao certo mas cerca de 160 Psitacideos e que digo-te era um regalo para os olhos para qualquer criadôr de Psitacideos vêr o aspecto das aves nas gaiolas, a sua visibilidade ao Publico, etc, penso que se perguntares aos menbros do clube se o investimento valeu a pena, te dirão certamente SIM, caso 2 no meu Clube aonde fasso parte da direcção fiz ver a minha questão das gaiolas para aves minhas e de colegas criadores da espécie, comprou-se mais gaiolas para Canarios de porte que podiam faltar, eu compreendi, mas fiz saber que para o ano temos de vêr a outra questão, se não fôr vista eu não mando, faço parte e respeito as maiorias, mas nas minhas aves mando eu, se não houver condições, ficam em casa, mas eu sou teimoso e gosto de lutar pelos meus direitos, e eu gosto de levar as aves á Exposição, adora criar, mas gosto de Expõr e não gosto de fugir e deixar de fazer uma coisa que gosto só para não falar ou me chatear (chatear não significa, brigar, chingar de forma desordeira), mas lutar pelo correcto e pela melhoria gradual,mesmo que lenta, mas melhoria, não coisas estagnadas, que isso faz mal a saude.
Pedro121 Escreveu: temos que garantir que os critérios básicos são uniformizados o que não é fácil já que temos dois colégios diferentes , depois temos que convencer quem faz as nomeações que os “especialistas” da secção J devem ser sempre eles a rodar no nacional e mais importante ainda devem ser sempre eles a serem nomeados para as exposições em que aparecem mais agapornis.
Boas,
Pois eu assino por baixo de tudo o que disseram, mas sublinho aqui o que disse o Ramalho, para quem não sabe este foi o meu 1º ano de exposições a sério, tenho andado a criar em terras algarvias há algum tempo, descansadinho da vida e completamente alheado destas "confusões", até que uns amigos me conveceram que haviamos de entrar nestas guerras, isto para dizer que não sei nada nem posso falar muito de tudo o que disseram já, no entanto e depois de fazer 3 expos este ano e levar algumas aves a mais que uma expo , estou completamente perplexo com a diferença de critérios de avaliação, a unica ave que fez tres expos levou 88,92,90 avaliada por 3 juizes diferentes!
Como Iniciante , isto é completamente confuso e leva-me a repensar tudo o que ando a fazer, não fosse eu ter confiança no meu trabalho e saber o que estou a criar ainda desistia de boas aves, ora como eu aposto que há por ai muito boa gente.
Não me digam que numa exposição estava melhor e noutra pior, nada disso, estava igual, falamos de 1 mes e meio de diferença, não havia nem penas nem nada danificado.
Em menos de um mês uma ave em Porteaegre leva 88 pontos por um juiz e no Nacional em equipas leva 92 , se calhar sou eu que sou Burro e não percebo nada do que ando a fazer e coloquei a melhor ave e possivel campeã em equipas!
Não entendo os critérios, chocam-me muito as disparidades, e começo a ter dúvidas na hora de escolher as aves para a expo, começo a pensar que a melhor táctica é agarrar em 20 aves boas e metê-las todas para tentar 3 lugares, o juiz que escolha!
A parte dos critérios para mim é importantissima, pois com critérios uniformes até um juiz generalista se safa a avaliar!
Boas.
Concordo e já tinha referido, Standards para se saber a bitola e caminho a seguir minimamente, estas escandalizado Pedro Matos, então dou.te um exemplo meu, uma ave para mim uma das melhores se não a melhor ave que tirei este ano, penso que outros criadores que viram a ave foram unanimes que no minimo é uma ave boa, e tve numa Exposição 86 pontos!!!!!!!!, noutra 92, noutra 94 e agora no Nacional 88, ora a diferença da minima para a mássima é 8 PONTOS!!, o que passa de um passaro fraquito para um passaro muito bom, em que é que fico!!! eu fico pelos 92 pontos ou até talvez 93 no nosso Pais, as outras aves que levei não tão boas como ela nessa classe ficaram classificadas no Nacional e a dita ave ficou fora dos prémios, não estou a discutir se tem mais ou menos um ponto, as aves são minhas e eu sei que a ave é melhor que as outras minhas , não estou a falar das minhas para as de outro colega, porque vi lá aves muito jeitosas, agora de uma ave que até as pessoas que não percebem muito de aves salta a vista por ser tão evidente, aqui movimentam-se outras coisas e eu até sei, mas não digo, não posso, nem entro por ai, respeito, mas não concordo nem me posso calar, tenho direito de manifestar educadamente o meu desagrado e descontentamento.